Em nota para o portal UOL, o jornalista Thiago Varella apura um caso de sangue na cidade de Jundiaí. Sim, sangue!
“O delegado Marco Antônio Ferreira, do 6º DP, investiga o caso e descarta que seja algum tipo de armação feita pelos moradores, um casal de aposentados. Eles reclamam que nos últimos domingo (15) e segunda (16), por volta das 18h30, um líquido que parecia sangue começou a jorrar do piso do banheiro, da cozinha, da sala e de um dos quartos, a uma altura de 15 cm. ‘É mesmo sangue humano. Já estava arquivando o caso, pois, em uma análise preliminar, pensamos que o líquido poderia ser tinta. Mas é sangue. Não trabalho com paranormalidade nem com fraude, já que os dois moradores não tinham motivos para mentir. Agora quero descobrir quem colocou o sangue lá”, afirmou Ferreira.”
Primeiro que, se vocês clicarem aqui para ler a matéria na íntegra, vão perceber que sangue mesmo sai é do título: “Líquido que jorrou em casa de Jundiaí é sangue, diz polícia”.
Parafraseando GONÇALVES, Hebe, trata-se um título pobre, com verbo de ligação de um lado e verbo no passado de outro. Um verdadeiro assassinato jornalístico.
O fato, meus caros, é o que o tal do sangue está fazendo no chão da casa dos velhinhos? Será uma tentativa de publicidade de Dalton Trevisan, querendo divulgar seu novo livro, “Vampiro de Curitiba passeia por São Paulo, manô”? Ou apenas um acontecimento natural, visto que o bairro onde reside o casal chama-se Jardim Bizarro?